Dr. Ricardo da Fonseca

Queimaduras estão entre os acidentes domésticos mais comuns do Brasil e também entre os mais são tratados de forma inadequada nas primeiras horas. A diferença entre uma cicatriz permanente e uma cura completa muitas vezes está naquilo que você faz (ou deixa de fazer) nos primeiros minutos após o acidente.

Neste artigo, vou responder as dúvidas mais frequentes que chegam ao meu consultório, do socorro imediato ao tratamento das cicatrizes, leia e encaminhe para informar mais pessoas sobre este tema tão importante!

Quem é o Dr. Ricardo da Fonseca?

Com mais de 10 anos de experiência, o cirurgião plástico Dr. Ricardo da Fonseca, desde 2012 se dedica a aprender e se aprimorar.

Desde o início de sua formação em Cirurgia Plástica, atuou no Centro de Tratamento de Queimados do Hospital de Força Aérea do Galeão – RJ, um dos mais modernos e bem equipados CTQs do país, onde teve a oportunidade de aprender sobre o tratamento de grandes queimados e acesso a tecnologia de ponta.

Nosso consultório está localizado no bairro Juvevê, ele está à sua disposição para esclarecermos suas dúvidas e te ajudar a alcançar seu objetivo.

Oferecemos um atendimento realmente exclusivo e as consultas levam o tempo que for necessário.

Utilizamos as melhores práticas para a cirurgia e, no pós-operatório, você recebe assistência humanizada e cuidadosa.

O Dr. Ricardo realiza a cirurgia do início ao fim, deixando o centro cirúrgico somente depois da paciente acordar e estar bem.

O pós-operatório é acompanhado pessoalmente pelo Dr. Ricardo, que deixa seu telefone pessoal disponível para todas as suas pacientes operadas.

O Dr. Ricardo da Fonseca se especializou em Cirurgia Crânio-Maxilo-Facial e Cirurgia Plástica Infantil na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e no Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Ministério da Saúde (INTO). 

E também realizou fellows em renomados hospitais da Austrália e Canadá, adquirindo experiência no que há de melhor na sua área.

Cirurgião Plástico
Especialista em Cirurgia Plástica

Em 2017, Dr. Ricardo começou a atender em Curitiba, tendo atuado nos seguintes hospitais:

  • Chefe do Serviço de Cirurgia da Face do Hospital Universitário Cajurú, de 2018 a 2019.
  • Membro da equipe de Cirurgia Plástica Infantil do Hospital Pequeno Príncipe de 2018 a 2020.
  • Preceptor do serviço de Cirurgia Plástica do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie de 2019 a 2021.
  • Chefe do Serviço de Cirurgia Plástica da Irmandade Santa Casa de Misericórdia de Curitiba, de 2020 a 2021.
  • Membro da equipe de Cirurgia Craniofacial do Hospital Universitário Evangélico Mackenzie de 2019 a 2022.
  • Médico perito do estado de Santa Catarina e do Tribunal de Justiça do Paraná, desde 2021.

A Emergência — O Que Fazer Agora

Queimei a pele agora: qual o primeiro passo para não piorar a lesão?

A resposta é simples e está na sua pia: água limpa, corrente, em temperatura ambiente, por 10 a 20 minutos. Esse é o único primeiro socorro comprovado para queimaduras térmicas.

A água remove o calor residual que continua “cozinhando” os tecidos mesmo depois que a fonte de calor foi afastada, pense na pele como uma panela que, mesmo fora do fogo, mantém o calor por um bom tempo.

Algumas regras essenciais nesse primeiro momento:

  • A água deve ser fria, mas nunca gelada.
  • Não esfregue a região. Deixe a água correr suavemente sobre ela.
  • Remova anéis, pulseiras ou roupas que possam apertar caso haja inchaço, mas jamais arranque tecido que esteja colado à pele.
  • Após esfriar bem a área, cubra com um pano limpo ou gaze úmida e procure atendimento médico.

Sabe o que não fazer? Veja o próximo tópico.

queimadura por líquido quente
Atenção: Nunca deixe uma panela com o cabo virado para fora do fogão. Se alguém esbarrar, queimaduras graves podem ocorrer.

Por que nunca devemos usar gelo, manteiga ou pasta de dente em queimaduras?

Essa é uma das orientações mais importantes que posso dar, porque esses três “remédios caseiros” são responsáveis por piorar lesões que poderiam ter cicatrizado bem.

Gelo parece lógico, se queimou, esfria, certo? Errado!

O gelo causa vasoconstrição intensa nos vasos da pele, reduzindo o fluxo de sangue para uma área que já está lesionada e precisa de oxigênio para se recuperar. Em casos mais graves, pode até causar uma queimadura por frio por cima da queimadura por calor.

Manteiga, óleo e creme de leite formam uma camada gordurosa que retém calor na pele (o efeito oposto do que queremos), além de criar um ambiente ideal para o crescimento de bactérias.

Pasta de dente é abrasiva, tem pH inadequado para a pele lesionada e, da mesma forma, sela o calor na ferida. Já atendi pacientes que chegaram ao pronto-socorro com a queimadura coberta de pasta, dentre outros produtos caseiros.

A pele queimada é como uma parede que perdeu o reboco: ela está exposta, sensível e precisa de cuidado, não de improvisos.

queimadura em crianças
Quem tem crianças pequenas em casa deve utilizar protetores de tomada e nunca deixar carregadores conectados sem supervisão.

Queimadura por produtos químicos ou eletricidade: o que muda no socorro?

Nesses dois casos, as regras mudam — e a urgência é maior.

Queimadura química (por ácidos, soda cáustica, produtos de limpeza): o primeiro passo é remover a roupa contaminada com luvas ou sem tocar diretamente e lavar abundantemente com água corrente por pelo menos 20 minutos.

Não tente neutralizar o produto com outra substância, essa reação química pode gerar calor e piorar a lesão. Vá imediatamente ao pronto-socorro.

Queimadura elétrica: esta é a mais traiçoeira.

Por fora, a lesão pode parecer pequena, apenas um ponto de entrada e um de saída da corrente. Mas por dentro, a eletricidade percorre o caminho entre os dois pontos destruindo músculos, nervos e vasos que não aparecem na superfície.

Além disso, a corrente elétrica pode causar arritmias cardíacas nas horas seguintes.

Toda queimadura elétrica é uma emergência médica, independentemente do tamanho da lesão visível.

  • Classificação e Gravidade
gravidade da queimadura

Como diferenciar queimaduras de 1º, 2º e 3º grau em casa?

Pense na pele como um bolo de três camadas. As queimaduras são classificadas de acordo com a profundidade que atingem.

Queimadura de 1º grau — atinge apenas a camada mais superficial (a “cobertura” do bolo). A pele fica vermelha, quente e dolorida, mas sem bolhas. A queimadura solar clássica é o exemplo mais comum.

Em geral, cicatriza em 3 a 5 dias sem deixar marca.

Queimadura de 2º grau — chega à segunda camada da pele (a derme). Aqui aparecem as bolhas, a dor é intensa e a pele pode ter um aspecto úmido e avermelhado.

É subdividida em superficial (cura em 2 semanas com tratamento correto) e profunda (pode levar mais de 3 semanas e aumenta o risco de cicatriz).

Queimadura de 3º grau — destrói todas as camadas da pele e pode atingir músculos e ossos. A aparência é esbranquiçada, acinzentada ou carbonizada.

Curiosamente, a dor pode ser menor porque as terminações nervosas foram destruídas e isso não é um bom sinal.

Esse tipo quase sempre exige tratamento hospitalar e cirurgia.

Qual o tamanho da queimadura que exige ida imediata ao hospital?

Uma regra prática que usamos na medicina é a chamada Regra dos Noves, o corpo é dividido em regiões que representam 9% da superfície corporal cada uma. Para o dia a dia, use estes critérios de alerta:

Procure um pronto-socorro imediatamente se a queimadura:

  • For maior do que a palma da sua mão (equivale a cerca de 1% da superfície corporal)
  • Estiver localizada no rosto, pescoço, mãos, pés, genitais ou sobre articulações
  • For de 2º grau em crianças menores de 5 anos ou idosos acima de 65
  • For de 3º grau, qualquer que seja o tamanho
  • For causada por eletricidade ou produto químico
  • Vier acompanhada de febre, pus ou cheiro desagradável (sinais de infecção)

Em caso de dúvida, vá ao pronto-socorro!

queimadura solar
Queimadura solar dificilmente chegam a profundidade de segundo grau superficial como na foto, mas nunca se esqueça de usar o protetor!

Queimadura Solar — Cuidados Especiais no Verão

Queimadura de sol com bolhas e febre: quando vira insolação?

A queimadura solar clássica é de 1º grau: aquela vermelhidão, calor e ardência após um dia de praia.

Mas quando surgem bolhas, febre acima de 38°C, calafrios, náusea ou tontura, estamos diante de uma queimadura solar de 2º grau associada a um quadro sistêmico, que pode evoluir para insolação.

Nesse caso, além de hidratar a pele externamente, o corpo precisa de hidratação interna (bastante água e sais minerais), repouso em ambiente fresco e, se a febre persistir, avaliação médica.

Crianças e idosos desidratam mais rápido e merecem atenção redobrada.

Como tratar queimadura de sol no rosto para evitar manchas permanentes?

O rosto é a região mais sensível ao dano solar porque a pele é mais fina e a exposição é constante. Para evitar manchas (hiperpigmentação pós-inflamatória), siga estes passos:

Nas primeiras 48 horas, aplique compressas frias (não gelo) e um hidratante ou gel de aloe vera para aliviar a inflamação.

Evite qualquer produto com ácidos, retinol ou esfoliantes, a pele está inflamada e esses ativos vão agravar a irritação.

Nas semanas seguintes, protetor solar FPS 50+ é obrigatório, mesmo em dias nublados.

A melanina tende a se depositar nas áreas que sofreram inflamação, e o sol é o principal gatilho para escurecer essas marcas.

Se já houver uma manchinha formada, seu dermatologista ou cirurgião plástico pode indicar cremes despigmentantes, peelings suaves ou luz intensa pulsada.

Pode passar hidratante comum ou precisa de pós-sol específico?

Um bom hidratante comum funciona muito bem, desde que seja sem fragrância, sem álcool e sem ácidos.

Os cremes pós-sol específicos costumam ter, em sua composição, ativos calmantes como aloe vera, pantenol e bisabolol, que ajudam a reduzir a inflamação com mais eficiência.

Se tiver um disponível, ótimo. Se não tiver, um hidratante suave já cumpre o papel.

O que definitivamente não deve ser usado no rosto queimado pelo sol: bases, bronzeadores, óleos corporais e qualquer produto “bronzeador acelerador”. A pele precisa descansar, não de mais estímulo.

  • O Processo de Cicatrização
queimadura na mão
Queimaduras nas mãos são muito comuns e as bolhas também. Se tratada de forma adequada, a bolha podem se tornar um excelente curativo biológico.

Por que a queimadura coça tanto durante a cicatrização?

A coceira é um sinal de que a cura está acontecendo, mas é uma das partes mais chatas do processo.

Quando a pele se reconstrói, libera substâncias como a histamina e estimula terminações nervosas que foram regenerando, e o cérebro interpreta esses sinais como coceira.

O problema é que coçar pode romper a nova pele que está se formando, abrir a ferida e aumentar o risco de cicatriz.

A saída é hidratar bem a região (pele hidratada coça menos), usar compressa fria para alívio imediato e, em casos mais intensos, pedir ao médico um anti-histamínico oral.

Cortar as unhas curtas também ajuda a evitar traumas acidentais durante o sono.

A bolha estourou sozinha: como fazer o curativo para não infeccionar?

Quando a bolha estoura por conta própria, a pele que a cobria (chamada de teto da bolha) ainda serve como proteção natural para a ferida enquanto a pele nova se forma por baixo. Não remova essa pele. Ela é um curativo biológico.

O cuidado correto é:

  1. Lave suavemente a área com água e sabonete antibacteriano.
  2. Aplique uma pomada antibacteriana leve (como sulfadiazina de prata 1%) e cubra com uma gaze não aderente umedecida.
  3. Troque o curativo conforme orientação do médico e a necessidade do creme que você estiver usando (alguns oxidam em 8 horas).
  4. Fique atento a sinais de infecção: aumento da vermelhidão ao redor, pus amarelado ou esverdeado, febre e cheiro desagradável. Se aparecerem, procure um médico.

Quanto tempo leva para uma queimadura de 2º grau cicatrizar?

As de 2º grau superficial costumam fechar entre 10 e 14 dias com cuidados adequados.

As de 2º grau profundo podem levar de 3 a 6 semanas e quanto mais tempo demoram para fechar, maior o risco de uma cicatriz mais espessa ou de alteração de cor.

Por isso, queimaduras que não apresentam melhora visível em 7 dias devem ser avaliadas por um médico.

Em alguns casos, uma enxertia de pele precoce acelera a cicatrização e dá um resultado estético muito melhor do que esperar a ferida fechar por conta própria.

  • Cicatrizes, Estética e Sequelas
cicatriz de queimadura
Além do impacto estético e psicológico, as cicatrizes de queimadura podem levar a limitação de mobilidade e dor.

Cicatriz de queimadura: como tratar queloides e manchas escuras?

Após a queimadura, a pele entra em modo de “reconstrução acelerada” e, em algumas pessoas, especialmente de pele mais escura ou com predisposição genética, essa resposta pode ser exagerada, gerando o queloide: uma cicatriz elevada, avermelhada ou arroxeada, que cresce além dos limites da lesão original.

As manchas escuras (hiperpigmentação pós-inflamatória), por outro lado, são mais comuns e afetam praticamente todos os fototipos após uma queimadura mais intensa.

O tratamento varia conforme o caso e pode incluir:

  • Géis e placas de silicone, que comprimem e hidratam a cicatriz, reduzindo a elevação.
  • Corticoides intralesionais (injeções diretamente na cicatriz), que diminuem a inflamação e achatam o queloide.
  • Laser fracionado, que remoda o colágeno e clareia manchas.
  • Cremes despigmentantes com ácido kójico, niacinamida ou ácido azelaico, para as manchas escuras.
  • Protetor solar diário, que é, sem exagero, o tratamento mais importante para evitar que as manchas piorem.

Para ter um resultado melhor, o tratamento deve ser iniciado desde o começo do processo de cicatrização.

Pele repuxando: o que é a contratura cicatricial?

Quando uma queimadura é extensa ou profunda, o tecido cicatricial que se forma pode ser rígido e retrátil, como um elástico que encolheu.

Chamamos isso de contratura cicatricial, e ela pode puxar a pele de tal forma que limite movimentos, desvie estruturas (como a pálpebra ou o canto da boca) e cause desconforto constante.

É uma complicação que precisa ser tratada o quanto antes, porque quanto mais tempo a contratura fica sem tratamento, mais difícil se torna a correção.

O tratamento inicial é fisioterapia com massagem e alongamento da cicatriz, combinada com órteses feitas por terapeutas ocupacionais (dispositivos que mantêm o membro em posição funcional).

Nos casos mais graves, a cirurgia plástica reparadora é necessária.

plástica para queimadura
Cicatrizes próximas a regiões de dobras, como pescoço, devem ser tratadas com muito cuidado e atenção, para que não limitem os movimentos.

Perda de movimento após queimaduras graves: como a fisioterapia atua?

A fisioterapia e a terapia ocupacional são as peças mais importantes na reabilitação de queimaduras extensas e começam ainda na fase hospitalar, às vezes dias após a lesão.

O fisioterapeuta e o terapeuta ocupacional trabalham para evitar que as articulações “travem” na posição em que ficam durante o repouso (geralmente encurtadas), mantendo a amplitude de movimento com exercícios progressivos e posicionamento correto.

Após a alta, a reabilitação pode durar meses ou anos, incluindo exercícios ativos, hidroterapia, massagem cicatricial e uso de roupas de compressão.

Quanto mais precoce e consistente for o trabalho, maior a chance de o paciente recuperar função plena.

Cirurgia plástica reparadora: quando ela é indicada para vítimas de queimaduras?

A cirurgia plástica reparadora entra em cena quando a queimadura deixou sequelas que comprometem a função ou a qualidade de vida do paciente, não apenas a estética, embora este também seja um critério válido e legítimo.

As principais indicações são:

  • Contraturas cicatriciais que limitam movimentos
  • Cicatrizes extensas ou hipertróficas que não respondem ao tratamento clínico
  • Perdas de estruturas como pálpebras, nariz, orelhas ou dedos
  • Necessidade de cobertura cutânea por meio de enxertos de pele (transplante da pele do próprio paciente) ou retalhos (tecido com seu próprio suprimento vascular)

A reconstrução raramente é feita em uma única cirurgia. É um processo gradual, planejado em etapas, com o objetivo de devolver ao paciente a maior função e a melhor aparência possível.

tratamento de queimadura
A busca da estética e a reparação funcional estão muito atreladas. A melhora da qualidade da pele pode estar associada a lipoaspiração lombar, que fornecerá gordura para o nanofat graft da região queimada, por exemplo. Unir de forma criativa a reparação com melhora estética faz parte do trabalho do Cirurgião Plástico.
  • Casos Específicos e Prevenção

Queimadura por frio (gelo ou neve): como identificar no inverno?

Sim, o frio também queima.

A queimadura por frio, chamada de geladura ou frostbite, acontece quando o tecido congela — seja por exposição prolongada a temperaturas muito baixas, por contato direto com gelo ou neve, ou pelo uso inadequado de bolsa de gelo na pele sem proteção.

Os sinais são: pele esbranquiçada ou acinzentada, dor intensa que pode evoluir para dormência, e formação de bolhas nas formas mais graves.

O tratamento é o oposto do que se faz com queimadura por calor: reaqueça a área gradualmente com água morna (entre 37°C e 40°C), nunca esfregue e nunca aplique calor direto como secador ou lareira.

Álcool em churrasqueiras e lareiras: como prevenir os acidentes mais comuns no Sul?

O álcool líquido em brasa é uma das causas mais frequentes de queimaduras graves que vemos no pronto-socorro e também uma das mais evitáveis.

O problema é que o fogo percorre o fio de álcool líquido de volta ao recipiente em uma fração de segundo, causando explosão e queimaduras no rosto, pescoço e membros superiores.

Algumas regras que podem salvar vidas:

  • Nunca use álcool líquido para acender ou avivar brasa. Use apenas álcool em gel sólido ou acendedor específico para churrasqueira.
  • Se usar álcool em gel, aplique antes de acender e recue. Nunca reabasteça com o fogo aceso.
  • Mantenha crianças e animais a pelo menos dois metros de churrasqueiras e lareiras.
  • Tenha sempre água ou um extintor de pó seco acessível nas proximidades.

A melhor queimadura é a que não acontece. Prevenção não é exagero, é o tratamento mais eficaz que existe!

esconder cicatriz de queimadura
Existem formas criativas e muitas vezes interessantes de se tratar as cicatrizes de queimadura sem cirurgia plástica. A escolha depende da fase de vida e dos objetivos estéticos do paciente.

Tratamento de Queimadura em Curitiba

Em Curitiba existe um Centro de Tratamento de Queimados para casos agudos (Pronto Atendimento), mas lembre-se que em casos de queimaduras extensas, o tratamento é longo e necessita de uma equipe multidisciplinar.

É importante a presença de fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, nutricionista, enfermeira, dermatologista e cirurgião plástico. Com um bom acompanhamento, as sequelas podem ser minimizadas.

Se você tem cicatrizes de queimaduras que te incomodam esteticamente ou que te limitam no dia-a-dia, agende sua consulta comigo que vou buscar a melhor forma de te ajudar.

Cirurgião Plástico Curitiba
Cirurgião Plástico em Curitiba

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